Olá Alunos. Esse é o Blog Cultura e sociedade, do professor Renato Cabrini, cujo intuito é debater alguns conceitos sociológicos apreendidos em sala de aula e analisar acontecimentos atuais a partir da teoria sociológica, para termos uma visão mais crítica do mundo em que vivemos e entendermos cada vez mais a importância da ciência da sociedade, ou sociologia.
Em nossa primeira atividade, vamos fazer a leitura da reportagem sobre o fechamento de uma oficina de costura suspeita de trabalho escravo e assistir ao trailer do programa "a liga" sobre o mesmo tema e que se encontram nos links abaixo, e responder as seguintes questões:
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/trabalho-escravo-encontrado-na-rede-da-zara
http://www.youtube.com/watch?v=ycanSs3icRg
1. O que há em comum entre o video e a reportagem e o que há de diferente?
2. Qual são as diferenças entre o trabalho escravo que acontecia antigamente e o trabalho escravo hoje?
3. Você acha que ainda existe trabalho escravo no Brasil? O que tem sido feito pelas autoridades para evitar esse problema?
para responder vá em comentários, escreva suas respostas e clique em postar comentário, mas não esqueça de colocar seu nome, número e série.

1- o trabalho escravo. na minha opnião, não a nada de diferente, independente dos modos, smp vai ser trabalho escravo.
ResponderExcluir2-a diferença é que antigamente, eles eram submetidos a isso, eles não tinham opção, era OBRIGADOS aquilo. E hoje existe até a lei que proibe isso. Mais fazem isso por necessidade, e não por obrigação.
3- existe sim, como as reportagens mostram. A policia tenta interver, e proibir, mais nem sempre conseguem. Esses não são os unicos lugares que "escravisam " trabalhadores.
naiara cardoso, nº26 2C
Aline Pires 01 2ºb - Chlorita
ResponderExcluir1)As semelhanças são que ambos abordam o mesmo tema:o trabalho escravo na atualidade.As diferenças são que a reportagem mostra a escravidão de uma fábrica de roupas de uma grife famosa e o vídeo mostra um pouco sobre várias outras formas de escravidão.
2)Na realidade não as diferenças não são tão grandes.Antigamente os escravos viviam em condições sub-humanas, não eram remunerados, eram tratados como produtos e trabalhavam muito.Quase nenhuma diferença com o que foi mostrado na reportagem e no vídeo.
3)Sim, o que foi mostrado no vídeo e na reportagem só pode ser classificado como trabalho escravo.As autoridades estão descobrindo e desmantelando essas "senzalas"
aos poucos.
1)As semelhanças os dois falam sobre o trabalho escravo , as diferença é q na reportagem fala mais sobre varios outros trabalhos escravos.
ResponderExcluir2)Antigamente eram forçados a trabalha , e nos dias de hoje são forçados tb ,para se sustenda , a diferença é q agora somos livres.
3)Exite ,a polia tenta acabar com isso, mais acho dificil. exixte mt isso ainda.
Mariana Caroline 2C n°17 (Augusto)
1- Ambos os 2 falam sobre o Trabalho escravo, e o vídeo fala sobre outros tipos de escravidao.
ResponderExcluir2- Minha opniao, é que o escravo de antigamente sabia que era escravo, era pau pra toda obra, sem direitos.O escravo de hoje, nem sabe que é escravo antes de sentir o peso.Trabalham por necessidade, sem carteira assinada, sem limite de oito horas de trabalho, vai do amanhecer ao anoitecer,sem banheiro, nao tem alimentaçao correta, come oque o Patrão colocar.
3- Sim, existe, o video e a reportagem sao exemplos.Aos poucos vao acabando com "pontos de trabalhos escravos".
Lucas Fernando B. Neves, nº7 2ºC
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ResponderExcluir1- ha em comun entre o video e a reportagem é q os dois falam sobre trabalho escravo e a diferença é q na reportagem fala de uma casa onde as pessoas trabalham até 20h por dia em um lugar sem iluminação ganhando pouco mal cheiroso ja no video o trabalho escravo com trabalhadores trabalhando em risco.
ResponderExcluir2- os trabalhadores de antigamente eram obrigados a trabalhar hoje possuem leis mais mesmo assim a trabalhadores q trabalham escondidor em condiçoes desumanas.
3- sim a reportagem e o video mostra,e mostra tmb q as autoridades tao tentandoacaba com esse tipo de escravidão.
lucas theodoro rando,n°8,2°C
1)os dois falam sobre o trabalho escravo,o video mostra varios tipo de trabalho escravo
ResponderExcluir2)a diferença é que antigamente eles eram forçados a trabalhar e nao ganhao um salario.Hoje eles trabalhão porque tem necessidade,eles ganham um salario na maioria das vezes muito baixo
3)na minha opnião sim.A policia tem fechar e proibir os lugares mais nem sempre conseguem
Paulo Henrique n°34,2°C
1-) O vídeo mostra trabalhadores escravizados, que são obrigados a trabalhar muitas horas por dia, em condições precárias, sem higiene , e eles não se alimentam corretamente, trabalham sem segurança com riscos graves de acidentes.
ResponderExcluirNa reportagem relata que foi encontrada uma casa em São Paulo pelo Ministério do Trabalho, onde 16 pessoas, a maioria bolivianas , viviam e trabalhavam em condições degradantes. Eles produziam peças de roupa para marca Zara. Trabalhavam mais de 16 horas por dia, não eram bem pagos, não havia salário fixo, nem carteira assinada. Viviam como prisioneiros nesta casa, e somente podiam sair de casa em casos urgentes, como ir ao médico.
Os dois mostram a realidade do trabalho escravo atual , além das condições que são submetidas , há até indicio de tráfico de bolivianos. O que mais se destaca no vídeo é a segurança irregular e alimentação dos trabalhadores. Na reportagem o foco é no cerceamento de sua liberdade, nas jornadas exaustivas e mal remuneradas. Mas os dois querem mostrar como é difícil a vida desses trabalhadores que são de tal forma ‘escravizados’ por tão pouco.
2-) A principal diferença é que o escravo daquele tempo sabia que era escravo, sem direitos, porque afinal, tinha sido vendido lá na África e trazido para o Brasil. O escravo de hoje, nem sabe que é escravo antes de sentir como um , sem poder retornar. Fora disso, as semelhanças são iguais. O trabalhador escravo hoje, trabalha sem carteira assinada, sem limite de oito horas de trabalho, mas vai do amanhecer ao anoitecer, sem ao menos com condições de higiene, não tem alimentação correta, é vigiado por um capataz rigoroso, já começam a trabalhar endividados com os patrões em troca de moradia como exemplo, e quanto mais trabalham mais endividados ficam , a única solução é fugir.
3-) No Brasil, os principais casos de escravidão urbana ocorrem em São Paulo, onde os imigrantes ilegais são latino-americanos, sobretudo os bolivianos, que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários, geralmente em oficinas de costura. A solução para essa situação é a regularização desses imigrantes e do seu trabalho.
A erradicação do trabalho escravo passa pelo cumprimento das leis existentes, porém isso não tem sido suficiente para acabar com essa situação. Mesmo com aplicações de multas, corte de crédito rural aos fazendeiros ou de apreensões das mercadorias nas oficinas de costura, utilizar o trabalho escravo é, um bom negócio para muitos fazendeiros e empresários porque barateia os custos da mão de obra. Quando flagrados, os infratores pagam os direitos trabalhistas que haviam sonegado aos trabalhadores e nada mais acontece.
- Thamiris Henriquez Aiéllo , nº 34, 2º A,
- Augusto
1- O video relata as pessoas tendo que trabalhar muitas horas por dia sendo uma trabalho escravista.Eles trabalham para poder sustentar as familias,e sempre as condiçoes de trabalho nao sao favoraveis para os trabalhadores
ResponderExcluirJa na reportagem eles falam sobre a marca zara que os trabalhadores foram encontrados em condiçoes de semi escravidao.Estes trabalhadores trabalhavam 16 horas por dia e mal recebiam para sustentar suas familias.
2-O trabalho escravo de antigamente em minha opiniao trabalhavam em fazendas e nao recebiam nada para isso e sempre estavam apanhando por fazer algo errado.
Ja o trabalho escravo de hoje os trabalhadores trabalham em condiçoes de precariedade mais a maior diferança e que esses trabalhadores de hoje ganham um dinheiro, para sustentar suas familais, nao é uam bom salario mais eles ganham.
3-Sim ainda existe trabalho escravo no Brasil.Em minha opiniao a policia teria que ficar mais atenta nos trabalhos que existem no Brasil pra poder interditar os lugares que ainda praticam o trabalho escravo.
Maira Dinis Nunes n°13 2°C
1. O que eles tem em comum é o trabalho escravo e o que eles tem de diferente são as formas em que são apresentados
ResponderExcluir2. Antigamente eram obrigados e não havia ninguem nem uma lei que impedisse o trabalho escravo e hoje em dia é proibido, mas mesmo assim algumas pessoas são submetidas a este trabalho
3.Existe sim, e as autoridades tentam evitar este tipo de trabalho mas muitas vezes tem um poco de dificuldade para conseguir descobri
Alex Bruno Alves Marques nº02 2ºA
1- Os dois falam sobre trabalho escravo.E a diferença e que a reportagem fala sobre uma casa quase o dia intero e no video em uma construção sendo muito perigoso.
ResponderExcluir2- Antigamente eles nao recibiam salario e eram forçados a trabalhar, hoje eles recebem um salario mizero e sao forçados ainda
3- Sim, deve ser fechado o estabelecimento e colocado uma multa ou ate prisão, deve ser feita uma sobre isso.
Matheus Araujo da SIlva nº19 2ªC
Larissa e Karina
ResponderExcluir1-O comum é que nos dois fala de trabalho escravo.E a diferença é q cada um apresenta de forma diferente.
2-A principal diferença é que o escravo daquele tempo sabia que era escravo, era pau para toda obra, sem direitos.O escravo de hoje, nem sabe que é escravo antes de sentir o peso lá na fazenda sem poder retornar.
3-Infelismente no Brasil ainda existe.As autoridades colocou no Brasil o Ministerio do Trabalho pra ver se melhora as condicões.
Larissa n°23
Karina n°18 1°B
1- Os dois mostram a realidade do trabalho escravo atualmente.E a diferença é que o video mostra varias formas de trabalho escravo e a reportagem foca no perigo que correm trabalhando quase 20h por dia e ganham pouco e trabalham correndo riscos.
ResponderExcluir2-A diferença é que antigamente eles eram forçados a isso, eram obrigados a trabalhar sem as condições necessarias e hoje ja existe lei que proibe isso, mas muitos precisam de trabalho e trabalham assim em má condições por necessidade e não por obrigação.
3-Sim, como mostram as reportagens. As autoridades tentam acabar com o trabalho escravo, mas é dificil, aplicam multas ou dependendo o caso aprende mercadorias, mais isso muitas vezes não adianta nada.
Aline Maria Rodolpho nº06 2ºA
(Augusto)
1º O que há em comum entre o vídeo e a reportagem e o que há de diferentes?
ResponderExcluirAmbos mostram o trabalho escravo que tem no mundo, um mostra através de investigações, o outro mostra através de uma denuncia tida. No vídeo somente diz o numero ao todo que pode ter de escravo hoje pelo mundo, na reportagem mostra um numero exato de pessoas que foram tidas como escravas em um lugar para fabricarem roupas, dizendo as condições precárias onde estavam vivendo, o quanto estavam ganhando e nem tinham ao menos carteira assinada e salário fixo.
2º Quais são as diferenças entre o trabalho escravo que acontecia antigamente e o trabalho escravo hoje?
O trabalho escravo de antigamente, era quando uma pessoa tinha o poder sobre outra, para que esta, fosse imposta a tal condição por meio da força. Várias pessoas eram tidas como mercadorias, vendidas por preços diversos. Hoje o trabalho escravo, não é mais tido como venda ou compra de através de ameaças, violências físicas e psicológicas e outras formas de intimações. Há também, quando uma pessoa é capturada para trabalho doméstico ou ajudantes para diversos trabalhos. Se os infratores são flagrados, eles tem que pagam o direito trabalhista sonegado aos trabalhadores.
3º Você acha que ainda existe trabalho escravo no Brasil? O que tem sido feito pelas autoridades para evitar esse problema?
Sim, hoje realmente ainda existe trabalho escravo, mais não como os de antigamente, onde pessoas eram vendidas e compradas. Hoje é bem pior, pois pessoas são capturadas e levadas para outros estados ou países onde são forçadas a trabalharem por algo que não querem. Algumas autoridades hoje, não tem feito nada para investigarem, só vão as buscas quando ocorre uma denuncia ou quando pegam em flagrante apenas, eles deveriam investigar e não deixar com que essas coisas acontecessem por ‘ detrás das cortinas ’.
Jéssica Antonia Leite Lombardi
nº 16 3ºA
E.E.Profº Augusto da Silva César